O financiamento coletivo recorrente veio pra ficar!

Uma forma continua para projetos arrecadarem recursos!

Buscar sustentabilidade e desenvolver projetos da economia criativa sempre foi o objetivo principal da Evoé. Já atuamos com o crowdfunding tudo ou nada e flexível,  mas conversando com vários criadores que lançamos a modalidade de financiamento coletivo recorrente na nossa plataforma.

Nós percebemos ao longo do tempo que campanhas de financiamento coletivo pontuais são ótimas para projetos que tem inicio meio e fim. Mas para que os projetos contínuos não é o bastante. Eles tem gastos mensais e precisam ter a tranquilidade de que vão conseguir assumir esses gastos no final do mês.

Além do dinheiro arrecadado mensalmente o financiamento coletivo recorrente gera uma relação a longo prazo entre criador e apoiadores. A relação entre eles fica cada vez mais próxima e é isso que a maioria dos criadores busca, fidelidade e senso de comunidade de quem consome seus projetos.

Criar uma aproximação com seus apoiadores faz com que eles se sintam cada vez mais parte do seu projeto e querem cada vez fazer mais e multiplicar sua ideia com outras pessoas.

Confira 03 cases de projetos de financiamento coletivo recorrente que estã no ar na nossa plataforma:

Ballet Jovem Minas Gerais 

O Ballet Jovem, criado em 2007 na Fundação Clóvis Salgado, hoje é um projeto da Associação Ballet Jovem Minas Gerais. Constituído por bailarinos em processo de profissionalização, desenvolve seus trabalhos com rigor na qualidade técnica e artística. O Ballet Jovem se apresenta em Belo Horizonte, cidades mineiras e festivais por todo o país, com trabalhos norteados pela diversidade de linguagens e tendências da dança. Assim proporciona aos participantes uma rica experiência e à comunidade uma contribuição artística valiosa, comprovadas em várias premiações recebidas. Muitos de seus integrantes já ingressaram em grandes companhias no Brasil e no exterior. Cumprindo uma de suas funções que é a de preparar os jovens artistas para o mercado de trabalho.

Desde de que foram desvinculados da Fundação Clóvis Salgado, sem o aporte do governo e de leis de incentivo que possam garantir a manutenção do projeto, o Ballet Jovem busca estratégias para seguir adiante.

O projeto necessita de um valor mínimo mensal para a manutenção. Esta manutenção implica em custos como: o aluguel do espaço de ensaios, direção artística, gestão cultural, produção, professores de dança e principalmente com a ajuda de custos necessária para o bailarinos (transporte e alimentação).

O financiamento coletivo foi uma das formas de que o grupo encontrou para continuar seguindo em frente!

Assista o video da campanha abaixo:

Luiz Estrela

Em outubro de 2013, Belo Horizonte viu nascer o Espaço Comum Luiz Estrela. O casarão, que passou quase 20 anos abandonado, foi ocupado por artistas, ativistas, educadoras e produtoras culturais.

Hoje, ele é um espaço aberto e autogestionado que recebe e oferece atividades culturais e políticas. O espaço é construído pouco a pouco, a partir do trabalho de diversas pessoas. Que sentem falta de um lugar capaz de abrigar diferentes visões e projetos. Hoje, o Espaço Comum Luiz Estrela é referência na cidade.

O local recebe atividades culturais e políticas que envolvem o exercício da cidadania, da proteção do patrimônio histórico, a defesa dos direitos humanos, as práticas econômicas solidárias e a participação popular.

O casarão, porém, precisa passar por uma série de reformas para receber tudo que sonhamos. Com um espaço reformado é possível pensar, partilhar, produzir, dar forma aos encontros e asas às criações. Com o espaço reformado podemos abrir as portas. É para realizar essas reformas que o Espaço Comum Luiz Estrela lança uma campanha de financiamento coletivo recorrente.

O apoio para esse projeto é fundamental tanto para a restauração quanto para a manutenção contínua do espaço.

Assista o video da campanha abaixo:

Lá da Favelinha

O Centro Cultural “Lá da Favelinha” é uma organização independente sem fins lucrativos que promove oficinas educativas e eventos culturais para jovens e crianças.

Tudo começou com uma oficina de rap ministrada por Kdu dos Anjos. Um artista nascido e criado na favela do Cafezal, localizada no aglomerado. A oficina cresceu, formou um grupo musical, fundou uma biblioteca, abriu as portas e rapidamente se tornou o Centro Cultural La da Favelinha.

Atualmente o projeto conta com uma biblioteca comunitária funcionando diariamente, aulas de inglês e violão, oficinas de teatro, capoeira, corpo e movimento, comunicação, ritmo e poesia, artesanato, passinho, stencil, e eventos periódicos, entre estes o “Rap da Favelinha”, “Disputa Nervosa”, “Sarau da Favelinha”, “Bazar da Favelinha” e “Música Popular da Favelinha”.

O centro cultural não paga cachês nem salários, mas tem um custo fixo de manutenção mensal, para pagar o o aluguel do espaço, luz, água, limpeza e lanche para os participantes das atividades.

Eles conseguiram bater a priemria meta do projeto de R$2.000,00 mensais com ajuda de mais ou menos 80 e apoiadores.  Agora  estenderam a meta para R$3.000,00 mensais. Essa nova meta com certeza vai possibilitar mais crescimento para esse projeto incrivel.E fazer com que cada vez mais crianças da comunidade sejam inspiradas.

Assista o video da campanha abaixo:

Se vocês curtiu essa modalidade você pode se toarnar um doador recorrente desses projetos e outros que estão no ar. Ou até mesmo criar o seu projeto de financiamento coletivo com a Evoé! 😉

Vamos juntos fazer com que cada vez mais projetos lindos como estes acima aconteçam! É um desafio diario mas nós acreditamos que com o poder do coletivo nós podemos sempre mais! 😉

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